Prisioneiro da Ansiedade: Um Poema Sobre o Turbilhão de Emoções
Prisioneiro da Ansiedade: Um Poema Sobre o Turbilhão de Emoções
A ansiedade me consome
como um fogo sem fim
Um turbilhão de pensamentos
que não têm começo nem fim
Sinto o coração acelerado
e o suor em minha mão
Os medos e as incertezas
me deixam sem direção
A mente é uma prisão
onde a angústia é minha lei
E cada respiração é um desafio
para continuar de pé
Mas mesmo nesse caos
eu procuro uma luz
Uma forma de acalmar
esse mar de inquietude
Encontro refúgio na arte
e na companhia dos meus
E assim, aos poucos,
vou vencendo a ansiedade e os seus véus
Pois sei que não estou sozinho
e que a vida segue em frente
E que com coragem e resiliência
podemos enfrentar qualquer tormento.

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