Aurora Dourada

 


 

No antigo Egito, o mistério paira,
No Livro da Morte, a sabedoria clara.
Com normas literárias, em versos a rimar,
Expresso a história que não se pode apagar.

A primeira norma, a ortografia respeitar,
Cada palavra escrita com maestria e cuidar.
Hieróglifos sagrados, signos a decifrar,
Revelam os segredos, o conhecimento a desvendar.

A segunda norma, o ritmo apreciar,
As sílabas se unem, o poema a encantar.
Como o Nilo que flui, em harmonia a fluir,
As estrofes se entrelaçam, a poesia a emergir.

A terceira norma, a métrica acalentar,
Versos bem contados, a cadência a vibrar.
Pés, sílabas, acentos, a harmonia sonora,
Em cada verso, a emoção que aflora.

A quarta norma, a rima bem escolhida,
Um enlace perfeito, a sonoridade ouvida.
Os deuses do Egito, em seus cânticos a ecoar,
Os versos se entrelaçam, a história a narrar.

E assim, no Livro da Morte, a escrita se ergue,
Sob as normas da literatura, a mensagem se insurge.
Dos faraós aos deuses, a magia encantadora,
Um legado eterno, a cultura que adora.

No antigo Egito, o Livro da Morte se eternizou,
E com as normas literárias, seu valor se ampliou.
Que cada palavra escrita, em respeito à tradição,
Honre a sabedoria e o poder dessa nação.

Que as palavras desse poema possam transportar,
A grandiosidade do Livro da Morte a desvendar.
Com ortografia correta, em cada verso lapidado,
O Egito revive, em nossos corações inspirado.

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