O respeito à assexualidade: uma jornada de aceitação e inclusão
Eu sou assexual no século XX
Num mundo onde o sexo é o que mais interessa
Onde o amor é medido pela paixão
E o desejo é visto como atração
Eu sou assexual, mas isso não me faz menos humano
Ainda sinto amor, amizade e compaixão
Ainda aprecio a beleza das pessoas
Mas não sinto a necessidade de ter relações sexuais
No século XX, ser assexual pode ser difícil
As pessoas muitas vezes não entendem
Pensam que é uma fase ou que há algo de errado comigo
Mas não há nada de errado em ser diferente
Eu sou assexual e isso é parte de quem eu sou
Não é uma escolha ou uma doença a curar
É simplesmente uma forma de existir neste mundo
E eu sou grato por ser quem eu sou, assexual no século XX.
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